BASES E TÉCNICAS DA PERFUSÃO NEONATAL

TESTE DE APROVEITAMENTO DO MÓDULO BÁSICO


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Questões

1. As cardiopatias congênitas não são raras. O valor médio aceito para o Brasil e demais países da América Latina, para a incidência de cardiopatias congênitas é de aproximadamente:

1%
3%
8%
10%

2. A cardiopatia congênita mais frequentemente encontrada é a:

PCA
CIA
CIV
TGA

3. Dentre os fatores abaixo citados, o que pode ser considerado um fator de risco significativo no tratamento cirúrgico das cardiopatias congênitas, é:

disfunção ventricular
distúrbio da condução
hematócrito
pressão atrial elevada

4. A pressão de perfusão nos adultos pode ser manipulada com o uso de fenilefrina. Nas crianças, contudo, e especificamente, nos neonatos, devido às suas características próprias, as pressões de perfusão podem ser bastante baixas, da ordem de:

10 a 20 mmHg
20 a 30 mmHg
30 a 50 mmHg
40 a 80 mmHg

5. Diversas manipulações farmacológicas podem contribuir para a adequação da perfusão neonatal. Independente da disponibilidade no mercado, o agente vasodilatador mais usado na perfusão neonatal é:

fentolamina
nitroprussiato
efedrina
fenoxibenzamina

6. Algumas alterações metabólicas podem ocorrer, com grande facilidade, nos neonatos submetidos à circulação extracorpórea, em virtude das peculiaridades da sua fisiologia. Dentre estas, uma das mais frequentes é:

hipopotassemia
hipernatremia
hipoalbuminemia
hipoglicemia

7. Algumas estruturas são de extrema importância durante a vida fetal. A estrutura própria da circulação fetal, que responde aos estímulos da hipóxia e da presença de prostaglandinas circulantes é:

ductus arteriosus
forame ovale
ductus venosus
istmo aórtico

8. Devido à facilidade com que se produzem alterações da hemostasia e da coagulação, nos neonatos submetidos à circulação extracorpórea, é desejável que no pré-operatório, a atividade de protrombina esteja acima de:

15 ou 20%
35 ou 40%
65 ou 70%
75 ou 80%

9. A escolha dos oxigenadores e dos circuitos para a perfusão neonatal são críticos, na determinação do volume total do perfusato a ser utilizado. Um circuito de 1 metro de comprimento para a linha venosa e 1 metro de comprimento para a linha arterial, construido com tubos de 3/16" (4,5 mm), tem a capacidade aproximada de:

36 ml
76 ml
186 ml
246 ml

10. O fluxo médio das bombas d'água habitualmente usadas na circulação extracorpórea é de:

1 a 2 l/min
3 a 5 l/min
8 a 12 l/min
12 a 20 l/min

11. O teor de água no organismo neonatal é muito elevado, podendo alcançar quase 80% do peso corporal, em alguns prematuros. O metabolismo da água é acentuado e o organismo do neonato pode mobilizar a água com grande rapidez. Desse modo o organismo neonatal não tolera a administração de grandes volumes de água, proporcionalmente ao seu peso. O perfusato para a CEC neonatal, habitualmente, é baseado no uso de:

cristaloides
sangue
dextrans
gelatinas

12. O sangue e seus derivados preparados para uso no perfusato devem ser heparinizados. Para cada 100 ml de sangue, plasma ou concentrado de hemácias, recomenda-se adicionar heparina na dose de:

5 mg
4 mg
3 mg
2 mg

13. Durante um evento isquêmico, perdem-se os gradientes eletro-mecânicos de diversos íons. O afluxo excessivo de um determinado íon, para o interior das células, pode produzir a chamada injúria de reperfusão. O íon associado à produção desta injúria é:

sódio
potássio
cálcio
cloro

14. Dizemos que a estratégia de manipulação do equilíbrio ácido-base é alfa-stat, quando, a cada temperatura, ocorre um valor diferente para o:

CO2
BE
O2
pH

15. Durante a condução da perfusão neonatal, destacam-se as medidas de proteção cerebral. A experiência demonstra que o fluxo sanguíneo cerebral e, indiretamente a proteção cerebral, são melhor assegurados na:

estratégia alfa-stat
estratégia pH-stat
ambas as estratégias
nenhuma das estratégias

16. A heparinização dos neonatos para a perfusão ainda é um assunto bastante discutido. Em geral, entretanto, aceita-se como um valor mínimo efetivo, capaz de assegurar anticoagulação adequada, o tempo de coagulação ativado de:

450 segundos
600 segundos
240 segundos
720 segundos

17. A monitorização adequada da perfusão dos neonatos requer a avaliação de um conjunto de parâmetros. Nestes pequenos pacientes, o melhor indicador da adequácia do fluxo da perfusão é:

PAM
temperatura retal
PvO2
diurese

18. Durante a hipotermia, a monitorização das temperaturas do nasofaringe e retal é de importância primordial. A presença de vasoconstrição acentuada pode ser suspeitada, quando o gradiente entre a temperatura do nasofaringe e o reto torna-se superior a:

12 graus
8 graus
4 graus
2 graus

19. A saída de perfusão nos neonatos é orientada pela monitorização da função ventricular. Na operação de Jatene, a adequácia da função do ventrículo esquerdo, para a saída de perfusão, pode ser melhor avaliada pela observação da:

pressão venosa central
pressão do átrio direito
pressão do átrio esquerdo
pressão da artéria pulmnar

20. O fluxo universalmente recomendado para a circulação extracorpórea é de 2,2 a 2,4 l/min/m2 de superfície corporal. Nos neonatos o fluxo da perfusão deve situar-se na margem superior daquela faixa. Desse modo, na prática da perfusão neonatal, usamos os fluxos de:

150 a 200 ml/kg/min
100 a 150 ml/kg/min
80 a 100 ml/kg/min
60 a 80 ml/kg/min


       

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